The illusion we live in

The illusion we live in (EN)

La ilusión en la que vivimos (ES)

A ilusão em que vivemos (PT)

Quando estava a estudar Nutrição Holística, aprendi com alguns professores sobre casos de estudo de pessoas com transtorno dissociativo de identidade, que tem diferentes doenças consoante a identidade que está em controlo. O caso particular de um homem que tinha diabetes do tipo II com uma personalidade mas não com a outra, atraiu a minha atenção e fui aprofundar os meus conhecimentos nesta matéria. Haviam vários outros casos: uma pessoa que tinha miopia com uma personalidade mas que via perfeitamente com a outra; uma pessoa que tinha erupções cutâneas com uma personalidade e o problema começava a curar ou até desaparecia com a outra personalidade; entre outros exemplos. Estes casos foram estudados, incluindo análises de sangue e outros exames que não poderiam ter sido inventados para a conclusão dos mesmos.
Não era a primeira vez que eu tinha ouvido falar deste tipo de casos mas desta vez fez todo o sentido na minha cabeça. A ciência estava agora a confirmar o que eu já vinha a saber sobre crenças e a realidade. Fez todo o sentido!

Se alguém que têm uma doença e esta desaparece quando sintoniza numa outra realidade, significará que nós conseguimos tod@s melhorar ou curar doenças se alterarmos a nossa realidade? E mais, será que conseguimos começar a mudar as nossas crenças e mentalidade se escolhermos outra realidade?

Há algum tempo atrás, em conversa com  a Nico, cheguei à conclusão de que mesmo criadas e educadas da mesma forma, vivíamos duas realidades diferentes. Dezanove meses é o pouco tempo que nos separa em idade e daí que não consideramos o facto de eu ser mais nova e por essa razão não entender algumas coisas. Para resumir uma longa história e não ser muito específica, chegámos à conclusão de que percepcionávamos os nossos pais de maneiras muito diferentes. Ainda que sabendo as virtudes e defeitos de cada um, acabámos por escolher caminhos díspares que iluminavam ou escureciam essas características. Não é que eu tenha esquecido coisas que a minha irmã se lembra (ou vice-versa), no entanto escolhemos no passado ignorar ou dar menos importância a eventos distintos e dessa forma as nossas memórias foram construídas de formas diferentes.

Os meus pais não eram apenas essas duas realidades distintas mas muitas mais. Essas eram só as nossas. As que nós escolhemos. As realidades que nos moldaram nas pessoas em que mais tarde nos tornamos.

Não só o fizemos com os nossos pais mas também com o resto da família, amigos, comunidade. Assim como todas nós fizemos e continuamos a fazer! Mas como é que tu saberias que o fizeste de modo empírico se não falasses com aqueles que te são mais próximos (especialmente irmãos ou pessoas com idade semelhante)? Provavelmente não saberias. Pensarias que unicamente a tua realidade seria A Realidade. E o que há de mal nisso? Bom, percebendo que há mais realidades que não apenas a tua, mais versões do mundo, vais passar a ter a liberdade de escolher aquela em que queres sintonizar. Porque tens alternativas.

Podemos escolher focarmos-nos no lado negativo das pessoas e coisas, e alimentar estes comportamentos, ou podemos fazer o oposto focando no lado positivo das coisas, pessoas, situações, acontecimentos e por aí fora. Sim, isto parece clichê e muito óbvio. Todos nós já ouvimos isto várias vezes na vida. Mas mudámos algo?

Um exemplo: És despedid@ do teu trabalho e agora estás desempregad@ e com contas para pagar. É um facto. Assim posto, há pelo menos duas realidades alternativas que podes escolher:

      1. A vítima – podes sentir pena de ti própri@, ser miserável com este evento desafortunado, ter medo do futuro. Começar a procurar trabalhos com este sentimento de incerteza e temor, o que certamente levará a mais miséria. Esta baixa vibração vai de encontro a um trabalho ou colegas que têm a mesma energia.
      2. O optimista – podes começar a pensar na grande oportunidade que agora ganhaste de fazer aquelas coisas que estavas a adiar por teres o horário tão preenchido. Podes pensar que lições tiraste desse trabalho que perdeste e dos colegas que tiveste. Podes perceber que aquelas coisas desnecessárias onde gastavas o dinheiro não eram assim tão importantes e assim reduzir as tuas despesas. Podes encontrar uma nova paixão ou uma mais antiga que estava em “stand-by”. Talvez agora até possas criar um trabalho a partir duma dessas paixões ou começar a procurar trabalhos com esta alta vibração, o que irá trazer coisas que alinham com esta energia.

Conforme a realidade que escolheres, vais encontrar evidências para ela. Se estiveres num caminho mais pessimista, vais começar a ver coisas negativas em todo o lado e o oposto acontece quando escolheres seguir um caminho positivo, começando a notar cada vez mais aspectos benéficos.

Claramente que não é tarefa fácil escolher sempre a realidade optimista, porém é algo que se pode praticar. De cada vez que “meteres o pé” na mentalidade de vítima, reconheces prontamente e escolhes outro caminho que não esse.

As contas que se estão a acumular na tua mesa não serão de forma alguma pagas mais rapidamente por teres essa mentalidade negativa nem se procrastinares. E ser positivo nada tem a ver com procrastinar e esperar que uma solução divina venha resolver problemas. Em vez disso, é a mentalidade que te guiará à criatividade e à descoberta de soluções.

Uma vez entendido o conceito desta ideia de que somos nós quem escolhemos as nossas realidades à medida que a vida corre, podemos começar a desconstruir os nosso medos, queixumes e crenças. Quando tomamos as rédeas da nossa vida, a responsabilidade vem incluída e deixamos de culpabilizar os outros quando algo corre mal no nosso percurso. Portanto comecemos a familiarizar-nos com esta ideia.

Está tudo nas nossas mãos. Temos muitas opções. E é tão libertador!

“A vida é uma ilusão óptica. O que tu vês é baseado nas tuas crenças.” – Dr. Joe Vitale

The illusion we live in (EN)
Back when I was studying Holistic Nutrition, I learned from a couple teachers about study cases of people with multiple personality disorder that have different diseases according to the persona they switch to. A particular case about a man that had type II diabetes in one alter but not in the other one caught my attention and I researched more about it. There were studies of more cases: a person that had short sightedness with one personality but could see perfectly well with the other personality; another person that had skin rashes with one personality and would heal them and eventually disappear with the other personality, among many other examples. Those people were studied, blood levels were measured and the results could not be made up.

It wasn’t the first time I heard about these kinds of cases but this time it really made sense in my head. Science was backing up what I already knew about beliefs and reality. It just made sense!

If one has a disease that can disappear when switching to another reality, does that mean that we can all improve and cure diseases if we change our reality? And further, can we start changing our beliefs and mindset by switching to another reality?

Quite some time ago, in conversation with Nico, I came to conclusion that even though we both were raised together and equally educated, we pretty much lived two different realities. Only nineteen months separate us in age and therefore we can’t really say that I was much younger than her and didn’t get the full picture because of that. To cut a long story short and not be very specific, we realised that we perceived our parents in two very different ways. Despite knowing their virtues and faults, we kind of chose different pathways that would light up or darken those features. It’s not that I forgot some things that my sister remembers (or vice-versa), however we chose to ignore or give less importance in the past to different events and therefore our memories were portrayed differently.

My parents were not only those two different realities but many more. Those were our realities. The ones we chose. The realities that shaped us into the people we later became.

We did that with our parents, with our family, our friends, our community. As we all people did and still do! But how would you know that you did it empirically, if you didn’t speak about it with your close relatives (especially with your siblings or people close in age)? You probably wouldn’t. You would think instead that your reality is the only reality. And what’s so bad about it? Well, understanding that there are more realities out there, more versions of the world, we can totally choose the one we want to tune in. Because it gives you options.

We can choose to focus on the negative side of people or things and feed this behaviour or we can do the opposite and focus on the positive side of things, people, situations, happenings and so on. Yes, this seems very cliché and obvious. We all heard this many times in life. But have we done something about it?

An example: you lose your job and now you are unemployed with bills to pay. That’s the fact. Now, there are at least two different realities you can choose:

      1. The victim – you can feel sorry for yourself, be miserable with this unfortunate event, be fearful of the future. Start looking for jobs from a place of fear and uncertainty, which will lead to more misery. That low vibrancy will also make you encounter a job or colleagues with the same vibe.
      2. The optimistic – you can start thinking of what a great opportunity you have now of doing those things you were postponing when you were too busy working. You can think about what lessons you took from that job and colleagues. You can finally see that those things where you were spending your money are maybe not very important and reduce your expenses. You can find a new passion or an old one that was on hold. You can now maybe create a job out of those passions or start looking into new jobs with this high vibrancy, which will bring you something aligning with this vibe.

Whatever reality you follow, you will find evidence for it. If you are on a negative path, you will starting seeing more negative aspects everywhere, whereas if you choose to follow a positive one, more positive things you will notice.

Obviously is not an easy task to choose always the optimistic reality, yet it is something that can be practiced. Every time you enter a victim mindset, you acknowledge it and change the pathway.

The bills that are accumulating in your desk won’t be paid quicker because of a negative mindset nor if you procrastinate. And positivity is not about procrastinating and await for a divine solution for your problems. Instead, is a mindset that will guide you to creativity and solutions.

Once we understand the concept of the idea that we come to choose our different realities along the way, we can start deconstructing our fears, scarcities and beliefs embedded in us. When we take the reins of our life, responsibility comes with it, as we will stop blaming others when something goes wrong in life. Thus, let’s start getting used to this idea.

It’s all in our hands. We have many options. And it is so liberating!

“Life is an optical illusion. What you see is based on your beliefs” – Dr. Joe Vitale

La ilusión en la que vivimos (ES)
Cuando estaba estudiando Nutrición Holística, aprendí con algunos de los profesores sobre casos de estudios de personas con trastorno de identidad disociativo, que tienen diferentes enfermedades según la personalidad que toma el control. El caso particular de un hombre que tenía diabetes del tipo II con una personalidad pero no con la otra, atrajo mi atención y me hizo querer profundizar mis conocimientos en esta materia. Había varios otros casos: una persona que tenía miopía con una personalidad pero que veía perfectamente con la otra; una persona que tenía erupciones cutáneas con una personalidad y el problema empezaba a curarse o hasta desaparecía con la otra personalidad; entre otros ejemplos. Estos casos se estudiaron, incluyendo análisis de sangre y otros exámenes que no podrían haber sido inventados para la conclusión de los mismos.

No era la primera vez que oía hablar de este tipo de casos pero de esta vez hizo todo el sentido en mi cabeza. La ciencia estaba ahora confirmando lo que ya sabía sobre las creencias y la realidad. ¡Hizo todo el sentido!

Si alguien que tiene una enfermedad y esta desaparece cuando se sintoniza en otra realidad, significará que tod@s podemos mejorar o curar enfermedades si alteramos nuestra realidad? Y más, ¿es posible que podamos cambiar nuestras creencias y mentalidad si elegimos otra realidad?

Hace algún tiempo, hablando con Nico, llegué a la conclusión de que, a pesar de criadas y educadas de la misma forma, vivíamos dos realidades diferentes. Diecinueve meses es el poco tiempo que nos separa en edad y por eso no consideramos el hecho de yo ser más joven y por esa razón no haber entendido algunas cosas. Para resumir una larga historia sin ser muy específica, llegamos a la conclusión de que percibíamos a nuestros padres de maneras muy diferentes. Aunque sabiendo las virtudes y defectos de cada uno, acabamos por escoger caminos dispares que iluminaban o oscurecían esas características. No es que yo haya olvidado cosas que mi hermana recuerda (o viceversa), sin embargo escogemos en, el pasado, ignorar o dar menos importancia a eventos distintos, y de esa forma nuestras memorias fueron construidas de formas diferentes.

Mis padres no eran sólo esas dos realidades distintas, pero muchas más. Estas eran sólo las nuestras. Las que elegimos. Las realidades que nos moldearon en las personas en que más tarde nos convertimos.

No sólo lo hicimos con nuestros padres, pero también con el resto de la familia, amigos, comunidad. ¡Así como todos hicimos y seguimos haciendo! Pero ¿cómo sabrías que lo hiciste de modo empírico si no hablas con aquellos que te son más cercanos (especialmente hermanos o personas con edad semejante)? Probablemente no sabrías. Pensarías que sólo tu realidad sería La Realidad. ¿Y qué hay de mal en eso? Bueno, percibiendo que hay más realidades que no sólo la tuya, más versiones del mundo, vas a tener la libertad de escoger aquella en la que quieres sintonizarte. Porque tienes alternativas.

Un ejemplo: Eres despedid@ de tu trabajo y ahora estás desemplead@ y con cuentas para pagar. Es un hecho. Así puesto, hay al menos dos realidades alternativas que puedes elegir:

      1. La víctima – puedes sentir pena por ti mismo, ponerte miserable con este evento desafortunado, tener miedo del futuro.  Puedes buscar trabajos con este sentimiento de incertidumbre y temor, lo que seguramente traerá más miseria. Esta baja vibración va a encontrar un trabajo o colegas que tienen la misma energía negativa.
      2. El optimista – puedes pensar en la gran oportunidad que ahora tienes para hacer aquellas cosas que estabas a posponiendo por tener el horario tan lleno. Puedes pensar en las lecciones tiraste de ese trabajo que perdiste y de los colegas que tuviste. Puedes percibir que esas cosas innecesarias donde gastabas el dinero no eran tan importantes y así reducir tus gastos. Puedes encontrar una nueva pasión o volver a una más antigua que estaba en “stand-by”. Quizás ahora puedas crear un trabajo desde una de esas pasiones o buscar trabajos con esta alta vibración, lo que traerá cosas que se alinean con esta energía.

Según la realidad que elijas, vas a encontrar evidencias para ella. Si estás en un camino más pesimista, vas a empezar a ver cosas negativas en todas partes y lo contrario sucede cuando eliges seguir un camino positivo, empezando a notar cada vez más aspectos beneficiosos.

Sin duda que elegir siempre la realidad optimista no es tarea fácil, pero es algo que se puede practicar. Cada vez que metas el pie en el camino del victimismo, lo reconoces y prontamente escoges otro camino mejor.

Las cuentas, que se están acumulando en tu escritório, no serán pagadas con más rapidez porque tienes esa mentalidad negativa, ni si procrastinas. Y ser positivo nada tiene que ver con procrastinar y esperar que una solución divina venga a solucionar los problemas. En lugar de eso, es una mentalidad te llevará hacia la creatividad y a encontrar nuevas soluciones.

Una vez entendido el concepto de esta idea, de que somos nosotros quienes elegimos nuestras realidades, a medida que la vida ocurre. Podemos empezar a deconstruir nuestros miedos, lamentos y creencias. Cuando tomamos las riendas de nuestra vida, la responsabilidad está incluída y dejamos de culpar a los demás cuando algo malo ocurre en nuestro recorrido. Por lo tanto, comencemos a familiarizarnos con esta idea.

Todo está en nuestras manos. Tenemos muchas opciones. ¡Y es tan liberador!

“La vida es una ilusión óptica. Lo que ves se basa en tus creencias.” – Dr. Joe Vitale

0 thoughts on “The illusion we live in”

  1. Tudo o que escreveste é uma grande verdade, nós é que escolhemos o caminho é como encarar a vida de forma positiva ou negativamente.
    No entanto é preciso inteligência emocional para transformar um momento negativo num positivo, é necessário interiorizar isso.

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